Procuro abrigo na solidão e acabo no fundo de um poço que me devolve em eco os pensamentos. Eu no fundo do poço e no fundo de mim a vontade de sair.
Lá fora, a vida que não espera, roleta de oportunidades perdidas ou por perder.
Faço rolar entre os dedos pedras de som e de silêncio. Sigo indiferente o cambalear embriagado das palavras que me escapam por entre os lábios, vazias, silenciosas de mim.
1 comentário:
Procuro abrigo na solidão e acabo no fundo de um poço que me devolve em eco os pensamentos. Eu no fundo do poço e no fundo de mim a vontade de sair.
Lá fora, a vida que não espera, roleta de oportunidades perdidas ou por perder.
Faço rolar entre os dedos pedras de som e de silêncio.
Sigo indiferente o cambalear embriagado das palavras que me escapam por entre os lábios, vazias, silenciosas de mim.
Enviar um comentário